O Município de Arganil assinala este ano, o centenário da chegada da energia elétrica ao concelho, um marco de particular relevância que coloca Arganil entre os concelhos pioneiros no processo de eletrificação do distrito de Coimbra.
Em nota enviada ao Notícias de Tábua, o Município refere que a efeméride constitui “uma oportunidade única para recordar e valorizar o profundo impacto que a chegada da eletricidade teve no desenvolvimento económico, social e tecnológico de Arganil, ao longo dos últimos cem anos, bem como para homenagear todos aqueles que contribuíram para este importante processo de transformação”.
Do conjunto de iniciativas comemorativas destinadas a recordar, preservar e divulgar este capítulo da história concelhia, a autarquia destaca a exposição “100 anos de eletricidade em Arganil”, a inaugurar no âmbito da 43.ª FICABEIRA e Feira do Mont’Alto, no próximo dia 5 de setembro, na Cerâmica Arganilense.
A exposição convida a revisitar “o percurso de transformação vivido pelo concelho ao longo do último século, através de um conjunto de documentos, fotografias, equipamentos e peças de natureza técnica, que permitem conhecer diferentes dimensões da chegada e expansão da eletricidade em Arganil, assim como, compreender o seu papel na transformação do quotidiano da população”.
A concretização deste projeto contou com a importante colaboração da Fundação EDP, cuja parceria foi fundamental para o enriquecimento da exposição, através da disponibilização de um relevante conjunto de documentos, materiais e peças de elevado valor histórico.
O Município de Arganil lança o convite a todos aqueles que, ao longo destes 100 anos, estiveram ligados ao processo de eletrificação do concelho, para que se associem a esta celebração. As suas histórias, memórias e testemunhos constituem uma parte fundamental desta história coletiva e contribuem para enriquecer o conhecimento sobre este percurso.
“São 100 anos da chegada da eletricidade a Arganil, um marco determinante da história local, que merece uma reflexão sobre as profundas mudanças que este processo trouxe ao concelho, não só nas pessoas, mas nos saberes e nos recursos que fizeram parte desta história”, conclui nota da autarquia.









